quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

O anti-benfiquista primário

Queria deixar aqui uma nota de destaque para a entrevista do Dr Eduardo Barroso, na sua crónica semanal no jornal aBola desta quarta feira.

Que ele era um Sportinguista fanático, fundamentalista e principalmente anti-Benfiquista, disso eu não tinha dúvidas.
Agora chegar ao ponto ao qual ele chegou desta vez, ao escrever na sua página dedicada ao SCP o que ele escreveu, roça o ridiculo e é de uma falta de inteligência a toda a prova, para uma pessoa como ele.


Isto só vem provar que o ENORME complexo de inferioridade que parte dos sportinguistas têem em relação ao Benfica está bem vivo, e que o seu verdadeiro campeonato é ficar á frente do clube da Luz.
Se eu tivesse ficado 4 vezes seguidas em 2º lugar, procuraria chegar ao primeiro lugar. Ao titulo de campeão nacional.
Mas isso sou eu que sou Benfiquista.


Em relação á crónica, é uma página inteira onde a palavra mais escrita foi "ódio".
Foi um destilar de veneno primário, que nem fica bem a um "Dr" e principalmente a uma pessoa que sabe que as suas declarações são lidas e ouvidas por muita gente.

Nem o Miguel Sousa Tavares faria pior.

3 comentários:

rearviewmirror disse...

"Acabei de cometer a insensatez de ler a crónica de Eduardo Barroso na A Bola, mas fi-lo, porque percebi que a página era dedicada praticamente ao Benfica, o que despertou a minha curiosidade, antes de concluir que não deve ter havido tanta estupidez concentrada desde que existe Imprensa em Portugal.

Raramente leio o que este sportinguista escreve, há muito tempo que não vejo o que diz na televisão e confesso que lhe achei, por vezes, alguma piada. Voltando ao artigo de hoje, consigo perceber que deteste o Benfica, não vista roupa vermelha e considere que temos pouco mérito nas vitórias, agora não aceito as referências desastradas que faz às grandes qualidades dos melhores jogadores do Benfica.

Escrever que Di Maria é um jogador de futsal, invenção da Imprensa, significa que Eduardo Barroso endoideceu ou está lá muito perto. Mais rídiculo é quando considera que Aimar «é outra invenção dos media», esquecendo ou ignorando o currículo de luxo no River Plate, Valência, selecção da Argentina, à qual regressou depois de ter demonstrado que é o melhor número dez do campeonato, ao nível, por vezes, do que Rui Costa exibiu no Benfica. Quando garante que não o trocaria por Matías Fernandez ou Miguel Veloso, deve ter sido debaixo de forte anestesia, que lhe tolheu a inteligência.

Provoca Javier Garcia, igualmente um dos melhores trincos de Portugal, e o facto de o comparar com João Moutinho só dá para rir. Nem refiro quem prefiro, mas são jogadores de características e posições diferentes, logo equipará-los é um erro. Estende as críticas a David Luiz, catalogando-o de faltoso, o que por vezes até verdade, mas se os árbitros não assinalam as infracções, tal como Barroso insinua, o nosso central não tem, como é óbvio, culpa disso. Continua no mesmo registo, visando Quim, Óscar Cardozo, por não ser titular no Paraguai, mas Liedson teve de optar por Portugal, porque senão nunca jogaria no Brasil, Jorge Jesus não escapa, mas com tanto fundamentalismo elogia Paulo Bento, benfiquista como todos sabem.

Consegue, também, escrever que a Selecção pode repetir os feitos do Mundial de 1966. Pela lógica que apresenta, não o devia ter feito, pois como se sabe os grandes trunfos eram do Benfica, a não ser que Eduardo Barroso considere que Coluna, Simões, José Augusto, Torres e Eusébio formavam os Cinco Violinos.

Como figura pública este tipo de comportamento não lhe fica bem: se o objectivo era atacar o Benfica, com inteligência, sentido de humor ou ironia não conseguiu. Lamentável!

PS: Morada do Hospital de Matos - Avenida Brasil 53, 1700-063 Lisboa."

ganda disse...

Infelizmente ainda n arranjei a transcrição, mas pelo que li noutros blogs deve ter sido giro... o homem tinha aquilo entalado na garganta e precisava de libertar espaço para os doces do natal. há quem deite a merda pelo cú (a maioria de nós, julgo...) mas também os há que a deite pela boca, ou neste caso pelas palavras que regurgitou numa qualquer crónica...

Anónimo disse...

viva a LEOnor Pinhão... essas sim, prima pela isenção!