quinta-feira, 19 de novembro de 2009

E assim se faz história

Pote 1: Brasil, Espanha, Itália, Alemanha, Argentina, Inglaterra, França e África do Sul.

Pote 2: Holanda, PORTUGAL, Eslovénia, Suíça, Grécia, Sérvia, Dinamarca e Eslováquia.

Pote 3: Costa do Marfim, Gana, Camarões, Nigéria, Argélia, Paraguai, Chile e Uruguai/Costa Rica.

Pote 4: Japão, Coreia do Sul, Coreia do Norte, Austrália, Nova Zelândia, Estados Unidos, México e Honduras

Uma palavra de apreço a Trapatoni e à "sua" Irlanda, tombadas com um golo falseado por esse grande senhor do futebol o senhor Thierry Henry, ao ajeitar a bola com a mão por duas vezes antes de a endereçar ao Gallas e este fazer o golo do empate.

V E R G O N H O S O !!

Claro q o senhor Platini vai continuar a apregoar a ausencia de meios tecnológico no Futebol.
"A Dúvida faz parte do jogo." Não não faz.

isto não é 1966 ou 1978. Estamos em 2009.

4 comentários:

rearviewmirror disse...

É verdade que a duvida faz parte do jogo,e é isso que provoca as discussões de café, que alimentam o fervor e rivalidades clubisticas e neste caso, das nossas selecções, mas parece-me que está na altura do futebol se actualizar e tirar partido das novas tecnologias, para bem da verdade desportiva.

A quantidade de dinheiro que mexe a avaliação de uma jogada por parte do árbitro, seja numa liga nacional, liga dos campeões, ou Mundial de clubes (neste caso apuramento para África do Sul), já merece um sistema tipo o Olho de Falcão que se utiliza no ténis em que as jogadas duvidosas são analisadas e revistas em menos de 10 segundos, tirando assim a dúvida das tais bolas fora e dentro.
E o que é que o Ténis, como desporto, perdeu com essa introdução tecnolóciga?
Nada.


Por exemplo, adaptando esse conceito do Ténis ao futebol cada equipa ficava com direito a 2/3 interrupções de jogo (não mais para não se quebrar o ritmo de jogo), para confirmar uma decisão do árbitro que provoque dúvidas, em lances capitais (foras-de-jogo, penaltys, lances de golo, expulsões).

Em relação ao jogo da França, ninguém nos garante que os gauleses não acabariam por passar mesmo se o tal lance fosse sancionado.
Foi injusto? Foi. E muito.
Mas é o futebol que temos.

Acho estranho que se andem a fazer experiências na Liga Europa, em fases preliminares, com 5 árbitros de campo, e em jogos mesmo decisivos, como os Playoffs de ontem estejam só 3+1 a juizar as arbitragens.

ganda disse...

bom por partes.
Não acho q seja a dúvida que provoca as discussões, elas sempre existiriam. As pessoas simplesmente tem opiniões diferentes sobre as mesmas coisas.
E sim está na altura de haver actualização (e não acho q seja o adicionar de arbitros de linha que resolve alguma coisa.

Em relação ao olho de falcão acho q se adapta bem ao ténis, mas o ténis ao contrário do futebol não tem um tempo limite de jogo.

Eu poria as coisas mais como no Rugby, onde há recurso ao video. Estamos a falar de um desporto colectivo, com tempo de jogo definido, onde os arbitros dizem as decisões para o público, e quando falam com os jogadores ouve-se o teor da conversa. não tenho dúvidas q isso acabaria com os jogadores a insultar os árbitros. Pq é que o Rugby, um jogo com muito menos dinheiro envolvido tem estes "tira teimas" tecnológicos e o futebol (pelo menos nos grandes torneios) não o tem?!!!

Outra coisa, no rugby não é a equipa q pede o"eagle eye" simplesmente o árbitro na dúvida (e elas existem) pede ao árbitro da camera que mostre e ajude na avaliação do lance. não se perde mais tempo nisso do que se perde na preparação de um livre directo. E se no fim das contas se achar q se perde tempo com isso, altere-se o tempo de jogo. Aliás o árbitro já tem esse poder. pq não adicionar ao tempo extra consoante o número de decisões feitas recorrendo à TV.

Ninguém pode dizer que a França não passaria, mas que foi batota ninguem o pode negar. Thierry Henry não negou, apenas deitou as culpas no árbitro.

3+1 árbitros, qdo o mais 1 só tem voto em matérias disciplinares. Não chega!

rearviewmirror disse...

Em relação a ser apenas o árbitro a pedir a tal interrupção de jogo, não concordo, porque por exemplo, neste ultimo jogo da França, o árbitro teve a certeza que a bola bateu no peito do Henry, e nas repetições ve-se ele a dizer isso aos jogadores irlandeses e a fazer essa indicação gestualmente.
Assim como o Lucilio Baptista e o auxiliar viram a bola a bater na mão do Pedro Silva, e que se viu provado que ela bateu no peito.
O orgulho é tramado, eu bem vejo nos jogos de ténis quando uma bola é 'cantada' fora, e depois a repetição dá mesmo a bola como fora, os juizes de linha com peito feito a olhar para a camera...
Só sei é que se introduzirem estas tecnologias num campo de futebol, vou para tribunal pedir a impugnação de todos os titulos que o FCP ganhou nos ultimos anos, desde que o Pinto da Costa é presidente.

ganda disse...

Acho q ele teve a certeza no momento, mas obviament e a contestação automática é como fosse um pedido da equipa.

há a pequena nuance de os árbitros saberem q estão a ser escrutinizados e que em caso de dúvida, mesmo que eles "tenham" visto uma coisa, peçam o auxilio do arbitro da camera. já visso acontecer no Rugby, o árbitro principal achava q era ensaio e mmo assim pediu a confirmação. e com um bónus ele diz a sua opinião para todos ouvirem.

Ao contrário de no Basketball e no ténis em q os descontos e eagle eyes são pedidos pelos jogadores/treinadores, a diferença q esses são jogos de tempo contado. No futebol seria mais uma forma de anti-jogo.

Em relação a leis e regras sabes que elas nunca se aplicam retrospectivamente!